- Rui Almeida D’Eça Gomes de Rui Almeida d'Eça Sá
- R ealidade que me foge
U ma espécie de Jano sobreposto
I nocente! - ...
- A nda o silêncio em volta a querer falar…
L embrando lenços brancos a acenar,
M esmo na boca da que for mais linda!
E rmo
I nterroga aos céus
D os que andam pés descalços pela vida e
A lteia pontes com mãos preciosas numa causa ainda não vencida. - D’alma sorri as primaveras existentes e
E rgue-se tardes voluptuosamente, et tout
Ça vá Bien!
G ritos, as vezes, sufocantes que
O utrora ninguém ouve e
M orrem verbenas silenciosamente, mas
E mbriagado numa estranha lida
S obre um amor em sangue a palpitar! - D antes estoteante fome, áspera e cruel
E nfim um bailado de cor e fantasia! - S ereias que nasceram de navegantes
À quele menino de sorriso tão edificante!
by Zeldi Isabel
2011
Neste canto triste exarcebo minha indgnação que bem já eu anteviste ... terminaria numa dor no coração. O som abafado nessa melodia no vai e vem ao tocar esse violino levou me a chorar. O sol que brilha lá fora é chuva torrencial e com nuvens escuras dada a hora e meus olhos permanecem num obscuro. Naquele canto lá não posso mais debruçar-me perdi todo encanto e lá já outra está a abraçar-te! 15.05.2011 by Zeldi
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